JUSTIÇA
VERGONHA NACIONAL: Globo esconde inocência de Lulinha e repete novela “Lula ladrão” para eleger Flávio Bolsonaro em 2026
"Enquanto a emissora carioca repete a velha cartilha do 'Lula ladrão' sem apresentar provas, investigações da PF, STF e CPI enterram de vez qualquer suspeita contra Lulinha; nos bastidores, o verdadeiro alvo da Globo é pavimentar a candidatura de Flávio Bolsonaro em 2026"Por Diário de Recife – Rede de Imprensa Verdadeira do Brasil
Enquanto deputados e senadores bolsonaristas são condenados por corrupção, a Rede Globo faz vista grossa e prefere atacar inocentes. Flávio Bolsonaro, que é investigado nas apurações sobre o Banco Master, foi flagrado em um almoço recente em Brasília com o ministro André Mendonça, justamente o relator das investigações do Banco Master no Supremo Tribunal Federal. O encontro, que teria ocorrido nos últimos dias em um restaurante na capital federal, acontece em um momento extremamente delicado: as investigações já revelaram que o celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, continha o contato de Flávio Bolsonaro e trocas de mensagens com autoridades. Enquanto isso, o STF condena parlamentares do PL por desvio de R$ 1,6 milhão em emendas parlamentares.
A teia de corrupção bolsonarista inclui rachadinha de R$ 6 milhões no gabinete de Flávio, mansões compradas com dinheiro vivo, doações milionárias de Fabiano Zettel (cunhado do dono do Banco Master) que chegou a doar R$ 5 milhões para as campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, e viagens de jatinho de Vorcaro para aliados como o deputado Nikolas Ferreira — mas a imprensa golpista insiste em bater em quem a Justiça já provou ser inocente.
O almoço suspeito em Brasília que expõe a troca de favores
De acordo com informações que circularam nas redes sociais e foram registradas por veículos de imprensa, o ministro André Mendonça, do STF, foi flagrado em um almoço de alinhamento com o senador Flávio Bolsonaro em um restaurante em Brasília recentemente. O encontro ocorre justamente quando Mendonça acumula as relatorias de duas investigações de grande repercussão: as fraudes no INSS e o escândalo do Banco Master — este último com envolvimento direto do nome de Flávio Bolsonaro, que é investigado e tem seu nome citado nas investigações.
A situação levanta um grave questionamento sobre a imparcialidade do ministro. Como pode um magistrado que tem em suas mãos a relatoria de um caso que investiga Flávio Bolsonaro manter encontros privados com o investigado? O princípio básico do Direito exige que o julgador seja imparcial e não mantenha qualquer vínculo de proximidade com as partes investigadas. Do contrário, não há julgamento justo — há troca de favores.
Não por acaso, Mendonça tem tomado decisões que beneficiam diretamente os investigados bolsonaristas. Mesmo tendo liberado dados à CPI do INSS em fevereiro, o ministro manteve sigilo severo sobre as investigações, determinando que nem mesmo o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, possa ter acesso às informações. Na prática, Mendonça está jogando sigilo sobre sigilo para proteger Flávio Bolsonaro e seus aliados, enterrando provas que poderiam revelar a extensão da participação da família Bolsonaro no escândalo do Banco Master.
Enquanto isso, o celular de Vorcaro revelou mensagens com autoridades e a proximidade do banqueiro com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro de Bolsonaro, descrito por Vorcaro como “um dos meus grandes amigos de vida”. Mas a Globo prefere ignorar essas conexões e continuar batendo em Lulinha, que a Justiça já provou ser inocente.
Nós, do Diário de Recife, tivemos acesso a todos os relatórios oficiais da Polícia Federal, aos autos do Supremo Tribunal Federal (STF) e aos depoimentos da CPI do INSS. E a verdade é dura, mas precisa ser dita: Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, não tem qualquer envolvimento com as fraudes no INSS ou com a corrupção no Banco Master.
Mas se a Justiça já comprovou a inocência, por que a Globo continua batendo?
A Novela se Repete: O Fantasma da Lava Jato
Estamos testemunhando um verdadeiro déjà-vu nacional. Há alguns anos, o Brasil assistiu estarrecido à novela “Lula Ladrão”, estrelada por um juiz de primeira instância que se achava no direito de condenar um presidente inocente sem provas. Na época, a Globo deu palco, holofote e edições tendenciosas para derrubar Lula. O objetivo? Tirá-lo da eleição.
E não é que a estratégia deu certo para eles? Com Lula preso por um juiz que depois se descobriu parcial e corrupto — o então juiz Sérgio Moro —, o caminho ficou livre para Jair Bolsonaro vencer. E como foi paga a conta? Moro foi “presenteado” com o cargo de Ministro da Justiça de Bolsonaro. Era o troco pelo serviço prestado: prender Lula para ganhar a eleição.
A história está se repetindo. Só que agora, o roteiro tem um novo herói para a Globo: Flávio Bolsonaro.
O PowerPoint do Engano: A Globo e o BolsoMaster
Enquanto a emissora suja o nome de Lulinha diariamente, as investigações sérias apontam para um lado completamente oposto. Uma verdadeira operação “lava a jato” inversa está sendo feita pela grande imprensa para esconder as relações perigosas do bolsonarismo com o Banco Master.
Dados oficiais mostram que o dono do Banco Master fez doações milionárias para aliados de Bolsonaro. Fabiano Zettel, cunhado do dono do banco e grande doador das campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, chegou a destinar cerca de R$ 5 milhões para os candidatos. Viagens de jatinho para aliados do bolsonarismo, como o deputado Nikolas Ferreira, também foram bancadas por empresas ligadas ao esquema.
E o que dizer de Flávio Bolsonaro? Investigações apontam que a empresa do senador, a Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia, tem sede em uma mansão cujo financiamento foi liberado justamente pelo Banco de Brasília (BRB), o mesmo banco público envolvido na tentativa de compra do Master. A administradora da empresa de Flávio é irmã de um sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, preso por fraudes em aposentadorias.
Mas não para por aí. O ex-assessor de Flávio, Frederic de Vasconcelos Vorcar, apareceu na agenda do senador justamente em reuniões suspeitas durante as negociações envolvendo o Banco Master. Enquanto isso, o STF já condenou deputados bolsonaristas por desvio de R$ 1,6 milhão em emendas parlamentares — um escândalo que a Globo simplesmente ignora.
Ou seja, enquanto a Globo coloca Lulinha no centro de um Powerpoint enganoso, os verdadeiros elos da corrupção estão na famosa “organização criminosa” que vive em Miami e nas mansões do Rio de Janeiro.
A Tática Suja: Desviar o Foco
Por que a Globo insiste em atacar inocentes? A resposta é simples: eles já têm um candidato. O candidato da alta cúpula da emissora é Flávio Bolsonaro. A estratégia é jogar a corrupção do INSS e do Banco Master no colo do PT para limpar a barra da direita e preparar o terreno para 2026.
Prova disso é o encontro de Flávio Bolsonaro com o ministro André Mendonça em Brasília, em meio às investigações que correm no STF. Enquanto a Justiça apura os elos do senador com o esquema, a Globo prefere mostrar almoços e viagens como se fossem eventos sociais comuns, sem qualquer profundidade jornalística. O PT já apontou em resolução oficial que “o banco foi fundado e operou livremente durante o governo Bolsonaro, período em que acumulou fortes indícios de gestão fraudulenta, corrupção e irregularidades”.
A imprensa suja e golpista quer desviar o foco da população. Enquanto o país precisa discutir programas que realmente funcionaram, como as UPAs e o SAMU — criações que melhoraram a vida do povo e foram consolidadas nos governos Lula —, a Globo prefere passar pano para os verdadeiros ladrões.
Conclusão
Nós, do Diário de Recife, não vamos nos calar. Enquanto a Rede Globo usar uma concessão pública para espalhar fake news e servir de palanque para a candidatura de Flávio Bolsonaro, estaremos aqui, investigando e apurando as falcatruas dessa imprensa covarde que recebe propina para atacar inocentes.
A Justiça já provou: Lulinha é inocente. Agora, queremos saber quem pagou a conta da mansão de Flávio Bolsonaro, por que o celular de Vorcaro tinha o contato do senador, e por que a Globo não mostra isso. Será que o ódio no coração é tão grande que supera o compromisso com a verdade? Será que esses “profissionais” não dormem com a consciência pesada por servir a Satanás em vez de servir ao povo brasileiro?
A verdade é uma só: Quem roubou, tem nome e sobrenome, e não se chama Lula.
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