Rio de Janeiro

Mulher morre por febre do oropouche em Nilópolis; é a quarta vítima no RJ

Publicado

em

Moradora da Baixada Fluminense de 38 anos morreu após fazer trilha em parque; estado já soma 1.836 casos confirmados em 2025

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) confirmou a quarta morte por febre do oropouche no estado. Moradora de Nilópolis, na Baixada Fluminense, a vítima era uma mulher de 38 anos que, no início de maio, adoeceu após fazer uma trilha em um parque da cidade e foi hospitalizada. A infecção foi confirmada por análises do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ) e da Fiocruz. A febre do oropouche é transmitida pelo maruim — um inseto pequeno, comum em áreas de mata e cachoeiras.
Outros três óbitos causados pela doença já haviam sido registrados no estado do Rio. O primeiro deles, um homem de 64 anos, em Cachoeiras de Macacu. Em seguida, outras duas foram confirmadas, sendo uma mulher de 23 anos, em Paraty, e uma de 34, em Macaé. Segundo a SES-RJ, os casos ocorreram em regiões diferentes e são considerados isolados, sem novos registros de internações ou mortes desde então.
De acordo com o painel Monitora RJ, até 4 de junho, o estado contabilizou 1.836 casos confirmados da doença. Os municípios com maior número de registros são Cachoeiras de Macacu (672), Macaé (517), Angra dos Reis (392) e Guapimirim (172).
Como a febre do oropouche é transmitida?
A febre do oropouche é transmitida principalmente pelo maruim (Culicoides paraensis), inseto bem pequeno e corriqueiro em áreas de mata, cachoeiras e plantação de bananeiras.
Quais são os sintomas da febre do oropouche?
Os sintomas da febre do oropouche são parecidos com os da dengue, como febre, dores no corpo e náuseas.O período de incubação é de quatro e oito dias. A recomendação é usar roupas compridas, aplicar óleos corporais nas áreas expostas da pele e manter terrenos limpos.
Como se prevenir da febre do oropouche?
A recomendação é usar roupas que cubram a maior parte do corpo e passar óleos corporais nas áreas expostas da pele. O cuidado com o ambiente no entorno também é fundamental, como limpar terrenos e locais de criação de animais, recolher folhas e frutos que caem no solo, e instalar telas de malha fina em portas e janelas. As recomendações são do subsecretário de Vigilância e Atenção Primária à Saúde do estado, Mário Sergio Ribeiro.
Leia Também:  Acidente na Gávea, na Zona Sul do Rio, deixa dois mortos

TENDÊNCIA

Diário de Recife
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.

Diário de Recife
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.