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Quando a lógica encontra a emoção: o refúgio artístico de Emerson Garrido

Desenvolvedor de sistemas transforma dor em arte e encontra na criação um caminho para lidar com a própria mente.

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Emerson Garrido: Entre códigos, arte e cura

A história de Emerson Garrido poderia seguir o roteiro clássico de um profissional de tecnologia: códigos, lógica e sistemas. No entanto, por trás da precisão dos algoritmos, há um universo intenso de emoções que encontrou na arte um espaço de expressão e, principalmente, de cura.


Perfil

  • Formação: Programador e desenvolvedor de sistemas

  • Atuação artística: Escritor e músico

  • Projetos:

    • Livro “Minha vida em um livro” – uma imersão íntima em sua própria trajetória

    • Quase 200 músicas produzidas com auxílio de inteligências artificiais – fusão entre tecnologia e sensibilidade

Links para obras:


Entre códigos e sobrevivência

  • Início precoce na tecnologia: Aos 10 anos, já demonstrava fascínio por computadores e videogames, buscando entender a lógica por trás dos comandos.

  • Vivências difíceis na infância:

    • Vendeu picolés e alface nas ruas de Campo Grande (MS) e São José do Rio Claro (MT)

    • Essas experiências moldaram sua visão sobre o “mundo real”

  • Aos 13 anos: Já desenvolvia servidores de jogos – a curiosidade transformou-se em habilidade prática.

  • Outras áreas de atuação: Design gráfico, edição de vídeos e criação de sistemas

  • Abordagem atual: Emerson não abandona a lógica; ele a transforma em ferramenta para dar forma à emoção.


A arte como silêncio em meio ao caos

  • Motivação para escrever: Necessidade interna de registrar pensamentos, medos e desejos

  • Função do livro: Mapa da própria evolução, mais do que um projeto artístico

  • Relato do autor:

    “Escrever me ajudou a encontrar um caminho de cura. É como se houvesse vários barulhos na cabeça – um trem, um avião, trânsito pesado – mas, quando foco e começo a compor, tudo silencia. E o melhor: sem precisar de remédio algum.”

  • Desafio do processo criativo:

    • Exige coragem para revisitar feridas emocionais

    • “Foi doloroso, mas necessário para a minha evolução”

  • Conceito de arte adotado: Não é fuga, é enfrentamento.


Recomeços e novos caminhos

  • Superação de desafios:

    • Enfrentou burnout, que afetou parte de suas memórias

    • Segue em movimento, apesar das dificuldades

  • Objetivo atual: Impactar outras pessoas – por meio da leitura, da música ou de uma conversa

  • Planos futuros:

    • Retomar o contato com instrumentos musicais

    • Inspiração na infância: entre 10 e 13 anos, acompanhava o irmão em uma banda de rock (bateria, guitarra, contrabaixo, violão)

    • “Aquela época foi o auge.”

  • Significado do resgate do passado: Uma forma de reconstruir o futuro.


Conclusão: onde a tecnologia encontra a cura

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