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Brasil será prejudicado por causa de Flávio Bolsonaro

Em encontro com Trump, pré-candidato do PL pediu medida que resultou em taxa de 50% sobre transações e classificação de facções como terroristas; especialistas apontam roteiro de caos que repete tragédias do pai

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”senador vai aos EUA buscar a destruição do país com sanções e taxações que afetam agro, empresas e colocam Pix em sério risco”

O Brasil enfrenta uma de suas maiores ameaças econômicas e diplomáticas dos últimos anos, e o nome por trás do estrago é o mesmo: Flávio Bolsonaro. O senador e pré-candidato à Presidência pelo PL viajou aos Estados Unidos não para trazer investimentos, acordos comerciais ou benefícios ao povo brasileiro, mas sim para buscar abertamente a destruição do próprio país.

Durante reunião na Casa Branca com o presidente Donald Trump, Flávio Bolsonaro pediu intervenção americana que resultou em um pacote de sanções devastadoras. As medidas, já anunciadas pelo governo Trump, incluem:

  • Taxação de 50% sobre transações financeiras via Pix, sob justificativa de combate ao “narcoterrorismo”;

  • Classificação de facções brasileiras (PCC e CV) como organizações terroristas, o que permite aos EUA monitorar, bloquear e punir financeiramente qualquer empresa ou cidadão brasileiro sob suspeita de conexão.

Agropecuária e grandes empresas na mira

O setor que mais sentirá o impacto, segundo analistas, é o agronegócio — um dos pilares da economia brasileira e tradicional base de apoio eleitoral da família Bolsonaro. Com a nova classificação, empresas do setor que exportam para os Estados Unidos ou mantêm relações comerciais com parceiros americanos poderão ser investigadas, ter ativos bloqueados ou sofrer sanções secundárias.

“O agro brasileiro pode perder mercados, ter cargas retidas e sofrer com aumento de custos de fiscalização. É um tiro no pé de quem sempre apoiou a família Bolsonaro”, resume um especialista em comércio exterior.

Além disso, grandes empresas de diversos setores — desde tecnologia até varejo — também serão impactadas. A incerteza jurídica gerada pela classificação de organizações brasileiras como terroristas afasta investidores, encarece seguros e dificulta transações internacionais.

Pix em risco: o bolso do trabalhador na mira

Mas o alvo mais cruel e direto é o Pix. O sistema de pagamentos instantâneos, utilizado por mais de 150 milhões de brasileiros, tornou-se uma das maiores conquistas de inclusão financeira do país. Agora, corre sério risco.

Com a justificativa de que o Pix poderia ser usado para lavagem de dinheiro de facções, os EUA podem, na prática, taxar cada transação em 50%. Isso significa:

  • O trabalhador que envia dinheiro para a família no interior pagará o dobro;

  • O pequeno empreendedor que vende pela internet terá seu lucro consumido pela taxa;

  • A dona de casa que paga contas mensais verá seu orçamento desmoronar.

Em vez de proteger o povo, Flávio Bolsonaro entrega o povo à sanção estrangeira.

O padrão de destruição: da Covid à taxa do Pix

A atitude do senador escancara o que críticos já denunciam há anos: a família Bolsonaro não tem projeto para o Brasil. Tem apenas um projeto de destruição da nação.

O histórico do pai, Jair Bolsonaro, é a prova cabal. Durante seu governo (2019-2022):

  • Mais de 700 mil brasileiros morreram na pandemia de Covid-19, em grande parte por conta da campanha anti-vacina e da negligência sanitária;

  • O Brasil voltou ao Mapa da Fome, com milhões passando fome;

  • A miséria aumentou, o desemprego disparou, e o país se isolou diplomaticamente.

Agora, Flávio tenta repetir o roteiro. Assim como o pai tirou vidas com a desinformação, o filho quer tirar a dignidade financeira do trabalhador com taxas abusivas e interferência externa.

“O único projeto dos bolsonaristas é destruir o Brasil porque eles não têm nenhum projeto que beneficie ninguém no país — apenas a família deles e mais nada”, resume um analista político.

Por que Flávio Bolsonaro faz isso?

A pergunta que ecoa é: por que um brasileiro, eleito para representar o povo, vai aos Estados Unidos pedir que seu próprio país seja atacado?

Para analistas, a resposta está na sede de poder. Flávio Bolsonaro aposta que uma crise econômica severa — gerada por sanções e taxações externas — desestabilizará o governo atual e lhe abrirá caminho para a Presidência. Ele está disposto a sacrificar o agronegócio, as empresas, o Pix e a vida de milhões para realizar sua ambição pessoal.

“É um ato de traição à pátria. Ele coloca os interesses da candidatura dele acima dos interesses de 210 milhões de brasileiros”, afirma um jurista ouvido pela reportagem.

Consequências imediatas

As primeiras repercussões já são sentidas:

  • O dólar disparou ante o real, com receio de sanções;

  • Bolsas de valores internacionais reduziram exposição a ativos brasileiros;

  • Exportadores do agro relatam dificuldades para fechar contratos de longo prazo com compradores americanos.

Entidades do setor produtivo já preparam manifestações cobrando explicações do Senado. Parlamentares da oposição anunciaram que pedirão a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o teor da viagem de Flávio Bolsonaro a Washington.

O Brasil paga a conta

Enquanto isso, o povo brasileiro — o mesmo que sofreu com a fome, com a mortandade da Covid e com o desgoverno da família Bolsonaro — mais uma vez paga a conta.

O agronegócio, que gera empregos e abastece o mundo, está ameaçado. As empresas, que sustentam a economia, estão inseguras. O Pix, que trouxe inclusão financeira, corre risco de morte.

Tudo porque um pré-candidato, em vez de buscar o bem do país, foi aos Estados Unidos buscar a destruição do Brasil.

A história se repete: onde passa a família Bolsonaro, restam apenas fome, miséria, mortes e taxas. O projeto deles sempre foi o mesmo — destruir a nação. E o povo, mais uma vez, paga a conta.

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